01 · CABEÇACapacete de segurança
Onde usar: construção, manutenção, indústria, pátios, carga e descarga e locais com risco de impacto, queda de objetos ou contato elétrico, conforme o modelo.
Como usar: ajustar suspensão e jugular quando requerida; manter casco centralizado e sem adaptações. Classe, acessórios e compatibilidade devem corresponder ao risco.
Quando é exigido: quando a avaliação identificar risco à cabeça e o PGR, procedimento ou norma aplicável definir seu uso.
Inspeção e troca: retirar de uso após impacto significativo, trinca, deformação, perfuração, ação química ou perda de ajuste. Não pintar, furar ou colar itens sem autorização do fabricante.
02 · OLHOSÓculos de segurança
Onde usar: corte, esmerilhamento, perfuração, laboratório, manutenção, manuseio químico e tarefas com partículas, respingos ou radiação específica.
Como usar: selecionar lente, cobertura lateral, vedação e tonalidade apropriadas; ajustar sem folgas e manter compatibilidade com respirador e protetor auditivo.
Quando é exigido: diante de risco ocular não eliminado por barreiras, enclausuramento ou outros controles.
Inspeção e troca: substituir lentes riscadas, trincadas, opacas ou armações deformadas. Limpar pelo método do fabricante.
03 · FACEProtetor facial
Onde usar: operações com projeção de partículas, respingos, esmerilhamento e outras exposições da face.
Como usar: ajustar à cabeça e manter o visor abaixado durante a exposição. Em muitas tarefas, deve ser combinado com óculos de segurança.
Quando é exigido: quando a projeção pode atingir áreas do rosto além dos olhos e a análise de risco indicar proteção complementar.
Inspeção e troca: conferir visor, carneira, catraca e fixações; substituir peças com perda de transparência, trinca ou folga.
04 · AUDIÇÃOProtetor auditivo de inserção
Onde usar: ambientes com exposição a ruído em que a avaliação ocupacional determine proteção auditiva.
Como usar: mãos limpas, inserção correta e vedação nos dois ouvidos; modelos reutilizáveis precisam de higienização e estojo.
Quando é exigido: conforme nível e duração da exposição, medidas de controle e programa de conservação auditiva. A atenuação deve ser adequada, sem superproteção desnecessária.
Inspeção e troca: descartar plugues descartáveis após o uso indicado; trocar os reutilizáveis quando endurecidos, rasgados, deformados ou contaminados.
05 · AUDIÇÃOProtetor auditivo tipo concha
Onde usar: áreas ruidosas, especialmente quando se deseja colocação rápida, fiscalização visual ou alternativa ao plugue.
Como usar: cobrir totalmente as orelhas e ajustar a haste. Óculos, barba, cabelo, bonés e outros equipamentos não podem comprometer a vedação.
Quando é exigido: a partir da avaliação de ruído e da seleção técnica da atenuação necessária.
Inspeção e troca: verificar almofadas, espuma, arco e pressão. Substituir componentes ressecados, rachados ou sem vedação.
06 · RESPIRAÇÃORespirador PFF2
Onde usar: exposições a partículas, poeiras, névoas e aerossóis para os quais o modelo seja indicado.
Como usar: colocar conforme o fabricante, moldar o clipe nasal e verificar a vedação a cada uso. Barba na área de selagem prejudica a proteção.
Quando é exigido: após avaliação do contaminante, concentração, tarefa e controles, dentro de um programa de proteção respiratória.
Limite crítico: não protege contra gases, vapores, atmosferas deficientes em oxigênio ou situações imediatamente perigosas à vida. Trocar quando sujo, danificado, úmido ou com aumento de resistência respiratória.
07 · RESPIRAÇÃORespirador semifacial reutilizável
Onde usar: partículas, gases ou vapores somente com filtros e cartuchos específicos para o contaminante e a concentração avaliados.
Como usar: realizar inspeção, teste de vedação a cada colocação, ajuste das tiras e troca planejada dos filtros. Barba na área de vedação é incompatível.
Quando é exigido: quando a avaliação respiratória indicar o fator de proteção e a peça facial adequados.
Inspeção e troca: verificar corpo, válvulas, tiras, conexões e cartuchos. A percepção de odor não deve ser o único critério de troca.
08 · MÃOSLuvas para agentes químicos
Onde usar: manipulação de produtos químicos, limpeza industrial, laboratórios e manutenção, conforme a FDS e a avaliação da tarefa.
Como usar: selecionar polímero, espessura, comprimento e tempo de permeação compatíveis; retirar sem tocar a superfície contaminada.
Quando é exigido: quando houver possibilidade de contato cutâneo e os controles coletivos não eliminarem a exposição.
Inspeção e troca: verificar furos, inchaço, pegajosidade, descoloração e perda de elasticidade. Não reutilizar luva contaminada sem procedimento validado.
09 · MÃOSLuvas anticorte
Onde usar: chapas, vidros, lâminas, embalagens, manutenção e manuseio de materiais com bordas cortantes.
Como usar: escolher nível de resistência, tamanho, aderência e destreza compatíveis com a tarefa.
Quando é exigido: quando a análise apontar risco de corte ou abrasão não controlado por ferramentas e métodos.
Limite crítico: resistência a corte não significa proteção contra perfuração ou esmagamento. Em partes rotativas, a luva pode aumentar o risco de arraste; a tarefa deve ser analisada antes do uso.
10 · MÃOSLuvas térmicas
Onde usar: fornos, soldagem, cozinhas industriais, câmaras frias e manuseio de peças quentes ou frias.
Como usar: selecionar para calor de contato, convectivo, radiante, respingos ou frio; respeitar temperatura e tempo de exposição.
Quando é exigido: quando houver risco térmico residual nas mãos.
Inspeção e troca: substituir quando molhada de forma incompatível, queimada, endurecida, rasgada ou com isolamento comprimido.
11 · PÉSCalçado de segurança
Onde usar: oficinas, indústria, logística, construção e áreas com queda de objetos, perfuração, escorregamento ou risco elétrico específico.
Como usar: escolher biqueira, palmilha antiperfuração, solado e propriedades adicionais conforme a atividade; manter fechado e ajustado.
Quando é exigido: quando a avaliação indicar risco aos pés ou necessidade de aderência e estabilidade.
Inspeção e troca: verificar solado, costuras, biqueira, cabedal e contaminação. Trocar após dano estrutural ou perda de aderência.
12 · PÉSBota impermeável
Onde usar: lavagem, saneamento, agro, alimentos e ambientes úmidos ou com agentes compatíveis com o material.
Como usar: manter a barra da roupa conforme o procedimento, evitar entrada de líquidos e escolher solado adequado ao piso.
Quando é exigido: diante de umidade excessiva, contato com líquidos ou necessidade de higienização controlada.
Inspeção e troca: procurar perfurações, rachaduras, desgaste do solado e deformações. Higienizar e secar à sombra.
13 · CORPOVestimenta de proteção química
Onde usar: pulverização, resposta a derramamentos, limpeza técnica e processos com risco de contato ou projeção química.
Como usar: selecionar tipo de barreira, costuras, capuz, luvas e botas como conjunto; planejar colocação, retirada e descontaminação.
Quando é exigido: quando a avaliação química indicar proteção do corpo e o controle coletivo não impedir o contato.
Limite crítico: a vestimenta pode elevar a carga térmica. Rasgos, costuras abertas, saturação ou incompatibilidade exigem retirada imediata.
14 · TRONCOAvental de raspa
Onde usar: soldagem e tarefas com fagulhas, abrasão ou calor de contato, quando o CA e a especificação contemplarem o risco.
Como usar: fechar corretamente, cobrir o tronco e combinar com luvas, mangotes e demais proteções necessárias.
Quando é exigido: quando a análise de risco apontar exposição do tronco e o avental for adequado ao processo.
Inspeção e troca: verificar rasgos, furos, costuras e contaminação por óleo ou inflamáveis, que pode tornar a peça insegura.
15 · BRAÇOSMangotes de proteção
Onde usar: soldagem, corte, manuseio de materiais abrasivos, calor, respingos e atividades com risco nos braços.
Como usar: cobrir do punho ao braço sem deixar frestas com luvas e vestimenta; escolher material conforme o agente.
Quando é exigido: quando a proteção das mãos não cobre a região exposta do braço.
Inspeção e troca: conferir elásticos, fechos, costuras, furos e contaminação. Não utilizar peça folgada perto de partes móveis.
16 · QUEDASCinturão tipo paraquedista
Onde usar: sistema de proteção individual contra quedas em trabalho em altura, resgate e acesso, conforme projeto e procedimento.
Como usar: vestir e ajustar todas as fitas, conectar apenas nos pontos previstos e realizar verificação por pessoa capacitada.
Quando é exigido: quando o trabalho em altura não puder ser evitado e as proteções coletivas não eliminarem o risco de queda.
Inspeção e troca: retirar após retenção de queda ou ao encontrar cortes, queimaduras, costuras danificadas, ferragens deformadas ou etiqueta ilegível.
17 · QUEDASTalabarte com absorvedor de energia
Onde usar: conexão do cinturão a um ponto ou linha de ancoragem em sistema de retenção de queda compatível.
Como usar: conectar pelos elementos previstos, manter ancoragem preferencialmente acima e não criar nós, extensões ou conexões improvisadas.
Quando é exigido: conforme a análise de risco e o projeto do sistema. A distância livre de queda deve considerar talabarte, abertura do absorvedor, altura do usuário e margem de segurança.
Inspeção e troca: descartar após atuação do absorvedor ou sinais de corte, abrasão, queimadura, ferragem deformada ou costura rompida.
18 · QUEDASTrava-quedas
Onde usar: linhas de vida verticais ou retráteis previstas no sistema de proteção contra quedas.
Como usar: respeitar modelo, sentido, diâmetro ou trilho compatível, ponto de conexão e limites do fabricante.
Quando é exigido: em acessos e deslocamentos verticais ou situações definidas no projeto e no procedimento de trabalho em altura.
Inspeção e troca: testar bloqueio conforme orientação, verificar conectores, cabo, fita e carcaça. Equipamento que reteve queda deve ser segregado e avaliado.
19 · SINALIZAÇÃOVestuário de alta visibilidade
Onde usar: vias, pátios, obras, logística, movimentação de máquinas e condições de baixa visibilidade.
Como usar: manter faixas visíveis e peça fechada; não cobrir com outros itens. A classe e o modelo devem corresponder ao ambiente.
Quando é exigido: quando houver risco de atropelamento, colisão ou baixa percepção do trabalhador.
Inspeção e troca: substituir quando sujo de forma permanente, desbotado, rasgado ou com material retrorrefletivo deteriorado.
20 · PERNASPerneira de segurança
Onde usar: roçada, manejo rural, mata, corte, soldagem e atividades com risco de impacto, abrasão, materiais cortantes ou animais peçonhentos, conforme o modelo.
Como usar: ajustar na perna sem impedir circulação ou movimento e combinar com calçado e vestimenta adequados.
Quando é exigido: quando a análise indicar exposição das pernas e a perneira tiver proteção certificada para o risco.
Inspeção e troca: conferir fechos, estrutura, rachaduras, perfurações, rigidez e higienização.